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Melhor do que Dietas Milagrosas

dietas milagrosas

Melhor do que Dietas Milagrosas

Saiba mais sobre dietas milagrosas

É grande o espaço que a imprensa destina às dietas de ocasião. De olho no modismo, há uma enxurrada de informações que pretendem ajudar à população sobre como se alimentar e como, de preferência, perder os quilos indesejados em poucos dias. As chamadas dietas milagrosas, no entanto, estão longe de possuir credibilidade científica. Além disso, quem precisa emagrecer deve se preocupar em mudar os hábitos e não somente acreditar em uma promessa, seja ela oriunda de fórmulas vendidas pela televisão ou de cardápios com poucas calorias. Qualquer tentativa de redução de peso deve ser feita com auxílio de um endocrinologista.

“Costumo dizer que quem faz dieta vive gordo.” Embora a frase surja em tom de brincadeira, há nela um fundo de verdade. O mais importante na hora de perder ou controlar o peso, é a mudança dos hábitos diários, principalmente dos hábitos alimentares. Na verdade, as pessoas deveriam esquecer do termo dieta, já que a mudança na alimentação deve ser pensada para o resto da vida.

O endocrinologista acredita que essas dietas surgem apenas como mais uma ferramenta para a manutenção das vendas de exemplares de jornais e revistas. A minha impressão é que alguém imagina que é um cientista e começa a bolar mecanismos que, teoricamente, levariam alguém a emagrecer.

 

Quando a Medicação é Utilizada

Nem sempre o paciente tem boa resposta ao tratamento sem o auxílio de medicação. Em termos gerais, a medicação é recomendada para os pacientes com o Índice de Massa Corpórea (IMC) igual ou maior do que 30 ou em caso de comorbidade, IMC igual ou maior do que 25. O IMC é um cálculo que leva em consideração altura e peso do paciente e é adotado pela Organização Mundial de Saúde como o medidor do peso ideal de cada indivíduo (Faça o calculo do seu IMC).

Outros fatores também são levados em consideração quanto a escolha ao uso ou não da medicação no auxílio à perda de peso. Ou seja, pacientes que já tentaram emagrecer sozinhos ou com acompanhamento médico e não obtiveram resultado; que têm larga história de perda e ganho de peso; pacientes depressivos ou tensos dificilmente conseguirão resultados sem ajuda de remédios; aqueles que dizem ter grande apetite ou que têm episódios de compulsão alimentar.

Mudanças alimentares são difíceis de serem implementadas. Os pacientes costumam ter fome quando submetidos a uma restrição alimentar a longo prazo. Por isso, a utilização de inibidores de apetite podem ser úteis, facilitando restrição alimentar por um período mais longo.

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